Madonna divulga nome de seu novo álbum

Fevereiro 27th, 2008

Hard Candy será o nome do próximo CD a ser lançado pela rainha do pop, Madonna. Dia 28 de Abril nas prateleiras européias e do Brasil - e dia 29 nos EUA -, o novo álbum da cantora diferencia-se dos outros por se aproximar mais do estilo hip-hop. Há inclusive quem aposte que o novo álbum dela será como o último de sua “mini-me”, Britney: bem mais voltado para o som estilo Justin e Timbaland.

Ainda segundo Madonna, que completa 50 anos em 2008, “Hard Candy” será um continuação de seu último álbum - de estrondoso sucesso, diga-se de passagem -, “Confessions on a Dance Floor”, o que significa que as já tradicionais faixas pop dançantes não faltarão. Aliás, em seus 11 Cds, o que não faltou foram músicas boas da cantora.

Com a divulgação do novo CD, só faltou Madonna anunciar sua vinda ao Brasil, ainda muito aguardada por seus fãs que não tiveram a oportunidade de curtir o show “Confessions Tour”.

Kosovo…

Fevereiro 25th, 2008

Faz alguns dias que Kosovo, ex-província Sérvia, tranformou-se em país independente. O que isso significa exatamente? Bem, para nós, brasileiros, talvez não muito, visto que o “movimento separatista” mais forte em nosso país é o dos sulistas - ou seja, não é nada comparado a outras regiões do mundo. Para os europeus, no entanto, a independência kosovar significa muito; em um continente que prega a união, não são raras as regiões que lutam pela separação.

É o caso da Espanha, da Bélgica, da Itália e do Reino Unido. Todos são membros da União Européia (UE) e todos possuem regiões que caminham no sentido oposto ao do bloco. A integração pregada pela UE é posta em xeque mesmo dentro de seus membros mais fortes e antigos.

A independência de Kosovo não significa somente a libertação de todo um povo, a independência entre duas populações distintas. Essa é a motivação positiva, mas, pelo outro lado, esse novo país significa também uma ruptura nos ideais de um bloco que visa, a longo prazo, transformar todo um continente em um só país de várias línguas e etnias diferentes.

Enquanto Flandres, a Catalunha, a Galiza, a Irlanda do Norte e tantas outras regiões européias não conseguirem de fato chegar a um consenso, a Europa nunca conseguirá tornar-se uma só. 

De volta das férias

Fevereiro 25th, 2008

Bem, depois de meses e meses sem postarmos nada, vou relembrar a todos que o blogue continua no ar, e vamos voltar a ativa…(nem que eu tenha que continuar isto sozinho…o que sei que não será o caso).

Então é isso…De volta às atividades

Fim da novela

Dezembro 13th, 2007

Senado derruba prorrogação da CPMF

E depois de muita especulação, discussão e apelos, finalmente chegou ao fim a novela da CPMF. Não sou lulista e sequer tenho uma opinião muito forte em relação a cobrança desse imposto, mas fiquei com a nítida impressão de que a oposição votou contra a prorrogação por pura birra, pra dar trabalho pro governo. E os argumentos dos líderes do PSDB e do DEM no Senado não me convenceram em nada.

Mas afinal, o quê vocês acham do fim da CPMF? 

She Wants Revenge, no ranking dos shows do ano

Dezembro 9th, 2007

O pessoal do She Wants Revenge deu, literalmente e metafóricamente falando, um show ontem no Espaço das Américas, em São Paulo. Mesmo com um público não muito animado e um calor infernal - o local do show foi carinhosamente apelidade de estufa humana -,  o She Wants Revenge não deixou a bola cair. Justin Warfield, vocalista da banda, não desanimou durante nenhum segundo e comunicou-se bastante com seu público, fazendo piadinhas que nem todos entendiam, como assim que terminou de tocar o hit Tear You Apart (cantado em coro por todos) e disse, ironicamente e em Inglês, “ah, ESSA música vocês conhecem, né?”.

Durante vários momentos do show, Warfield chegou mesmo a imaginar que fosse um completo desconhecido, e indagou a todos se alguém ali já havia ouvido She Wants Revenge antes daquela noite. Muitos responderam que sim, mas o calor infernal e o cansaço é que desanimara um pouco as pessoas. Nem por isso o grupo deixou de fazer uma fantástica apresentação, aberta majestralmente por Red Flags and Long Nights e encerrada com Out Of Control.

Na minha humilde opinião, She Wants Revenge, assim como Killers, Hot Chip, LCD Soundsystem e  The Rapture foram os shows do ano. Agora é esperar para chegar o dia de Interpol e, quem sabe, Radiohead no ano que vem!

Cúpula Colônia-Colonizadores

Dezembro 8th, 2007

Começou hoje, em Lisboa, a primeira cúpula entre países europeus e africanos em 7 anos. A reunião de chefes de Estado se dá para resolver a relação entre  Europa (colonizadora) e África (colonizada); agora, ambas as partes querem “entrerrar o princípio doador-receptor” entre as duas regiões que criou o continente problemático que hoje conhecemos.

O mais engraçado dessa cúpula é justamente ela ser composta por países europeus, que colonizaram a África e, por que não dizer, contribuíram para deixá-la na situação em que se encontra, e por países africanos como o Zimbábue, conhecido por seu governo autoritário e não humanitário.

Após décadas  de destruição, colonização desumana, guerra civil parece que a África finalmente está conseguindo impôr seu lugar - diga-se de passagem extremamente importante - no mundo. E parece que o mundo está disposto a, talvez, aceitar isso. É mais um dos (bons) fins da globalização.

Viaje para Sydney

Dezembro 7th, 2007

Como a própria autora não se promove, faço eu mesmo…Para quem nunca foi a Sydney, sugiro a leitura da seguinte matéria: http://viagem.uol.com.br/guia/cidade/sydney_index.jhtm

Vale a pena conferir e ficar com vontade…Quem sabe não é sua próxima viagem?

“Cura” para caos aéreo é atacar o bolso da população

Dezembro 7th, 2007

A última medida do ministro Nelson Jobim, Defesa, para controlar a crise aérea no país é uma ação no mínimo estúpida e inconseqüent: aumentar os preços das tarifas aeroportuárias, aumentar as taxas de embarque e as tarifas de pouso nos principais aeroportos do país para, assim, encarecer o preço das passagens e desencorajar o brasileiro a usar o avião. Engraçado, não? Agora que estamos em meio a uma crise, o governo, que nunca resolveu investir em meios de transporte coletivos como o trem e sempre incentivou o uso do avião e do carro, se vê com a corda no pescoço.

É muito fácil, porém, encarecer o preço das passagens e deixar milhares de brasileiros ilhados. Me pergunto, na realidade, por que o governo, ainda hoje, continua a descartar a hipótese de instalar uma malha ferroviária decente - sim, pois dizer que UM trem-bala entre Rio e São Paulo vai mudar algo é querer demais. Será que não está na hora de o governo começar a investir mais em alternativas ao invés de continuar com escarças opções, sempre tentando consertá-las? “Na hora” sempre esteve, mas o governo acha mais fácil, como sempre, prejudicar a população (e por que não a economia?) a admitir um erro e consertá-lo. Foi assim com a CPMF, foi assim com os transportes, será assim com o que mais?

Sugestão de filme

Dezembro 6th, 2007

Bem, como me parece que a movimentação não anda muito forte, resolvi passar mesmo só para recomendar um filme…O título é “The Bubble”. Se não me engano, em português é a mesma coisa. É um filme de um diretor israelense, Eytan Fox, que fala sobre o estúpido conflito entre palestinos e judeus. Inclusive, para aqueles que assistirem e não enxergarem mais do que a história de amor entre  os dois protagonistas, sugiro assistir ao filme um segunda vez.

O filme me deixou mais revoltado ainda com toda essa história, pois mostra  como é estúpida a guerra que se dá no Oriente Médio, e potencializa esse ponto de vista mostrando um grupo de judeus ativistas que querem nada mais que o fim da guerra. Ou seja,  ao que parece, pelo menos no que o filme mostra, a população não é tão a favor assim da disputa, e estaria mais feliz com um acordo de paz do que com mais disputas.

Vale a pena assistir

Chávez: derrotado? Ainda não…

Dezembro 5th, 2007

Perde-se a batalha mas não se perde a guerra. No início desta semana o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, teve sua mais expressiva derrota política: não foi aprovada a sua reforma Constitucional, com pouco mais de 50% dos votos venezuelanos. A notícia é boa, e em parte serviu para mostrar que Chávez, querendo ou não, é democrático à sua maneira - ou pelo menos o está sendo até o momento de postagem deste texto. Democrático porque, apesar de tudo o que falavam sobre o presidente, ele (ainda) não fez nada para mudar o resultado, e aceitou o não.

Apesar de radical e de não ser o ideal, a Venezuela é o que eu e um tio discutíamos outro dia: necessária para o bom funcionamento do mundo. É preciso que existam países como ela para cutucarem insistentemente os EUA, como crianças birrentas, evitando assim um total controle por parte dos norte-americanos. Não é o ideal, mas é o que temos.

Nos próximos dias devemos esperar, claro, alguma reação mais firme da parte do presidente venezuelano, mas não foi dessa vez que ele conseguiu, diga-se de passagem pela vontade do povo, tornar-se ditador.


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